domingo, 30 de dezembro de 2007

8º Capítulo (comentário)


O último capítulo do livro de Papert a “família em rede” pode ser visto como uma chamada de atenção para os pais que vêm os brinquedos e os jogos de vídeos como meros objectos de brincadeira que não ajudam em nada no desenvolvimento das crianças. Papert explica-nos que muito se engana quem pensa assim. E também muito se engana quem pensa que apenas os brinquedos palpáveis ajudam no desenvolvimento das crianças pois, segundo o autor os jogos de vídeo «desempenham a maior parte das funções que estas têm».
Ao longo deste capitulo o autor vai antevendo a evolução do software educativo, mais uma vez mostrando ao leitor o quanto este livro se mantém actual ao longo dos tempos.
Fazendo uma retrospectiva do livro, posso dizer que por vezes esquecia-me do facto de este já ter sido escrito à alguns anos pois, em todos os capitulo o autor vai referindo temas bastante actuais.
Gostei muito do livro e aconselho aos educadores e aos pais que se procuram com a educação das crianças e principalmente que tentam acompanhar a evolução das tecnologias tão importantes na educação das crianças de hoje.

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

7º Capítulo (comentário)


Neste capítulo Papert ressalta a importância de os pais se preocuparem e de agirem quanto á utilização do computador na escola. É importante que as crianças comecem desde cedo a lidar com os computadores. Muitas das crianças que têm computador em casa sentem-se certamente frustradas se não o utilizarem também na escola, na aprendizagem, na realização dos seus trabalhos.
Penso ser importante que as crianças se vão habituando a utilizar o computador na escola, visto que passam grande parte do seu tempo nas suas imediações e visto que no seu futuro terão de saber manusear o computador. No entanto, sou da opinião que primeiro tem que se estimular as crianças na escrita para que não se esqueçam da importância de aperfeiçoar a caligrafia e o hábito pela escrita.
É urgente que a escola se modernize, ou seja, é necessário que haja como diz o autor uma «micromudança». Visto que áreas como a ciência e a tecnologia «sofreram megamudanças» não se entende o porquê de a escola ser «uma área que não sofreu grandes alterações».
«Todas as crianças que têm em casa um computador e uma forte cultura de aprendizagem são agentes de mudança na escola».

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

PowerPoint- Tecnologias Teórica



Aproveito para colocar aqui o meu trabalho de grupo sobre “A tutória no fórum on-line: papéis e competências”.
Optamos por fazer o nosso trabalho em PowerPoint para o podermos colocar nos blogs.
O nosso PowerPoint acabou por ficar com muitos diapositivos pois, como este não tem como função ser apresentado não podíamos tirar muita informação.

6º Capítulo (comentário)


Este capítulo mais uma vez surpreendeu-me pela positiva, mostrando-se bastante actual para os dias de hoje, tendo em conta que o livro já tem uns bons aninhos, retrata as dificuldades que todos nós enfrentamos ao navegar na Internet e ao pesquisar alguma coisa nos motores de busca da Internet. Todos nós já passamos pela frustração de pesquisar algo, por exemplo no Google, e depararmo-nos com uma imensidão de resultados que sabemos ser impossível verifica-los a todos. A maioria das pessoas cai no erro de escolher a primeira opção dos resultados por pensar que estes se encontram por ordem de qualidade e rigor de conteúdo/informação.
Temos também a tendência para muitas das vezes nos dispersarmos da pesquisa que pretendemos fazer na Internet, pois, vamo-nos deparando com muita informação que nos vai captando a atenção, desviando-nos assim do nosso objectivo principal.
A Internet torna-se cada dia mais indispensável na vida de cada um de nós, mas leva muitas vezes a que desperdicemos tempo que poderia esta a ser utilizado para algo mais produtivo, como afirma Papert « (…) sinto, frequentemente, que estou a desperdiçar o meu tempo (…) divirto-me a navegar mas acabo por sentir que, afinal, o prazer não compensou o tempo perdido».
Entre outros assuntos interessantes abordados pelo autor, este foi o que mais me interessou pelo facto de por vezes sentir alguma dificuldade durante as minhas pesquisas na Internet, apesar de já começar a utilizar palavras-chave nas pesquisas para filtrar a informação.

Última Semana de Aulas


A aula prática do dia 14 de Dezembro foi a nossa última aula, aproveitamos para organizar as nossas ideias para o projecto final e para discutir entre todos os elementos do grupo o e-mail com o feedback da professora ao relatório.
Esperamos conseguir realizar um bom projecto final.

Conferência

A conferência sobre “e-learning e comunidades: no digital mas mais além”, que decorreu no dia 13 de Dezembro foi muito interessante pois, foram debatidos assuntos muito importantes para as tecnologias educativas como o e-learning. Apesar de não ter concordado com a “queda do ‘e’ no e-learning”, pois, não acredito que o ‘learning’ (aprendizagem) não tenha futuro.
No entanto, concordo com o que o professor João Paiva disse a cerca de que a importância não está na tecnologia mas sim na forma como é aplicada. Deixo aqui o vídeo apresentado na conferência que exemplifica bem esta afirmação.






Esta conferência funcionou também em vídeo-difusão, contando assim com a presença on-line de 15 pessoas, uma das quais a nossa professora que assistiu a partir de Leiria. Foram abordados na conferência três temas, como os afectos, a sexualidade e a química.

Alguns sites interessantes aconselhados pelo professor João Paiva:

http://nautilus.fis.uc.pt/
http://www.mocho.pt/
http://www.molecularium.net/

sábado, 22 de dezembro de 2007

5º Capítulo (comentário)


Dos temas abordados por Papert neste capítulo, o que mais me interessou foi “A família computacional na aprendizagem da cultura”.
Papert começa por aconselhar os pais a estabelecerem novas formas de relacionamento com os filhos e a passarem a encarar o computador como uma forma de «coesão familiar, em vez de o considerarem um factor de desunião». Visto que hoje em dia as crianças nutrem pelo computador, e por tudo o que o envolve, um grande fascínio caberá então aos pais tentarem uma aproximação a esta "nova" forma de lazer e de interesse por parte dos seus filhos para que não se crie um afastamento de interesses, para que as famílias não se afastem, tentando aprender juntos.
Como refere o autor, em modo de conselho aos pais, «É mais provável que muita, ou até a maior parte da aprendizagem feita pelas crianças mais novas aconteça na cultura da família», dando assim, o exemplo da linguagem que é «algo que praticamente toda a gente aprende sem quase nenhuma intervenção de um ensino directo deliberado».
Cada vez, torna-se mais urgente que as famílias se aproximem, visto que já passam demasiado tempo afastadas, devido á escola e ao trabalho dos pais.
Os pais têm que entender que a educação das crianças não cabe apenas à escola, muito pelo contrário, a educação das crianças deve começar no meio familiar, como já foi referido num capítulo anterior.
Os pais deviam também disponibilizarem-se a aprender com os filhos a manusear o computador, tal como afirma Papert «os pais devem aprender a partir dos seus filhos», tal como os filhos aprender com os pais. O autor diz mesmo que «é importante ter consciência de que existem os dois sentidos». Este facto ocorre principalmente no que se refere aos computadores, porque alguns pais não estão familiarizados com eles.

Ao longo do capítulo Papert vai dando conselhos pertinentes aos pais, aos filhos, ás raparigas e rapazes e aos avós. Vai também dando exemplos de histórias para ilustrar a importância da interacção das pessoas com o computador e também com a Internet.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Aula virtual



A aula do dia 7 de Dezembro foi diferente de qualquer uma que tive até hoje. Consistiu numa aula virtual onde os alunos puderam participar a partir de casa ou de qualquer outro local com acesso á Internet. Coube assim, ao grupo que está a trabalhar sobre o Messenger organizar uma conferência sobre o uso das tecnologias em educação. Foi um debate interessante e bem planeado que nos permitiu expressar a nossa opinião em relação ás perguntas elaboradas pelo grupo organizador, embora nem sempre as opiniões tenham sido respeitadas por um ou outro elemento da turma.
Penso que está aula foi uma mais valia para todos e principalmente para o grupo que ficou encarregue de a organizar pois todos os alunos participaram nesta iniciativa da professora. Infelizmente os restantes grupos não terão a oportunidade para aplicar também as suas ferramentas, que é o caso também do meu grupo.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O outro lado da tecnologia



Porque as tecnologias também devem ser utilizadas para a diversão.

Já só falta um BOCADINHO assim [ .......... ]


A aula do dia 30 de Novembro consistiu básicamente na realização e entrega da Macro Estrutura dos projectos de grupo. Foi uma aula muito produtiva pois, aprendemos a trabalhar com mais um programa, o CMaps Tools, que será de certeza útil para outros projectos futuros.
Começa agora a última etapa do projecto que será por em prática todas as nossas ideias.
Vamos tentar mostrar como afinal tanto o Hi5 como o Myspace poderão também ser utilizados em contexto educativo.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Elaboração do Guião de autor

O objectivo da aula do dia 23 de Novembro foi a elaboração do Guião de autor do projecto das ferramentas online. Vamos ter que criar também uma Macro-estrutura do nosso projecto através do CMaps Tools, que consiste numa aplicação para representar visualmente esquemas e relações entre conceitos. Esta aplicação está disponível para Download na plataforma da disciplina. Aproveitei para fazer uma breve pesquisa para perceber em que consiste esta aplicação CMaps.





A professora fez uma planificação do que será feito nas próximas aulas, para que nos organizemos melhor e tentarmos fazer o máximo possível do projecto nas aulas. Falou-nos também numa Conferência que se realizará no dia 13 de Dezembro sobre “E-learning e comunidades: no digital mas mais além” que seria interessante que todos participassem.

Mais uma curiosidade


EUA: Jovens escolhem rede social segundo etnia e educação

Os jovens universitários norte-americanos escolhem as redes sociais nas quais participam de acordo com a sua etnia e a educação dos pais, revela uma pesquisa, que afirma que há menos mistura de utilizadores de diferentes origens do que seria de imaginar.

O Facebook, por exemplo, é o site mais escolhido por jovens dos EUA, enquanto os estudantes de origem latino-americana preferem o MySpace, a opção menos provável para os utilizadores asiático-americanos, que tendem a usar redes sociais menos populares, como o Xanga ou o Friendster.
Não há diferenças significativas sobre a escolha de redes sociais por estudantes negros, mas os membros cujos pais têm formação superior utilizam mais o Facebook, enquanto que os cibernautas com pais que estudaram apenas até ao segundo ciclo preferem o MySpace.
O Facebook é, aliás, a rede social mais popular entre a comunidade acadámica, já que quatro em cada cinco estudantes opta pelo site, em detrimento do MySpace, que ocupa o segundo lugar e é preferência de 40% dos universitários.

27-11-2007 12:16:10 http://diariodigital.sapo.pt/


Achei esta notícia muito interessante pelo facto de se relacionar com o meu trabalho de grupo sobre as redes sociais Hi5 e Myspace.
É mais uma curiosidade a cerca destas ferramentas.

domingo, 18 de novembro de 2007

4º Capítulo (comentário)


Ao longo da leitura deste capítulo, deparei-me como já tenho verificado ao longo dos capítulos anteriores, com temas bastantes actuais.
Um assunto referido por Papert e que para mim é muito importante, são os valores. Quem os deve transmitir?
Cada vez mais, as pessoas vêm-se questionando se «os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais». Na minha opinião, os valores devem ser ensinados tanto pelos pais como pela escola. A família deve transmitir os valores “primários” pois, é aqui o início do processo de socialização e idealização de valores. A escola por seu lado, deverá transmitir os valores de componentes mais sociais, éticas, morais e também a partilha e o respeito pelos outros. Sendo necessário e sempre que possível a participação da família. No entanto, a falta de tempo por parte dos pais leva-nos consciente ou inconscientemente a deixar nas “mãos” da escola a educação das crianças. A transmissão de valores deixa de ser uma função dos pais para se tornar quase que numa ‘obrigação’ da escola. Daí também a inevitável dúvida se «devem existir disciplinas escolares sobre questões morais». Penso que, não deveria ser necessário haver disciplinas sobre questões morais, pois, estas deveriam fazer parte do extra curricular. As questões morais são algo que deve estar implícito na escola sem estar explicito no programa/currículo.
Outro assunto muito interessante, referido também pelo autor, consiste numa dúvida com que a maior parte de nós já nos deparamos, principalmente quem lida diariamente com crianças. Deve-se ou não corrigir o raciocínio/pensamento das crianças, quando sabemos que este está errado?
Todos nós sabemos o quanto é frustrante perder num jogo. Imaginemos então o quanto será pior para uma criança perder sempre. Devemos então, deixar que elas ganhem, se não sempre, para não acabar com o desafio que sentem, ao menos de vez em quando é importante para estimular o interesse da criança.
Este dilema surge também ao longo do desenvolvimento da criança. É importante que esta se interesse por explorar o mundo à sua volta e para isso, precisa certamente da ajuda de um adulto, que a eduque e que lhe mostre quando está errada. Como refere o autor «se não lhes dissermos que estão erradas, nunca mais conseguem fazer melhor».
Sabemos que é importante deixar as crianças pensarem por si próprias para que se desenvolvam como «seres pensantes» para que não se limitem a repetir «simplesmente o que lhes é dito». No entanto, sabemos também que como diz Papert «o pensamento das crianças não pode ser deixado à solta (…) não há nenhuma dúvida que corrigi-los em todas as ocasiões provocará uma inibição no desenvolvimento da capacidade de pensarem por si próprios».
Haverá sempre esta dúvida no modo como se deve guiar a criança na sua exploração do mundo, apesar de muitos autores apresentarem algumas soluções.

Apresentações de PowerPoint



A aula do dia 16 de Novembro foi ocupada na elaboração e na apresentação de um PowerPoint (com o máximo de 5 diapositivos) sobre as ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e os aspectos mais importantes.
Aproveito para deixar aqui o PowerPoint do meu grupo.

Entrega do Relatório Final


Na aula do dia 9 de Novembro finalizamos a primeira etapa do nosso trabalho de grupo e começamos já a pensar como iremos elaborar a segunda etapa do trabalho, que consistirá na aplicação das ferramentas escolhidas por cada grupo em contexto educativo, e de maneira a estimular a partilha e a comunicação entre os vários intervenientes.

3º Capítulo (Comentário)


Tenho verificado, ao longo de cada capítulo que apesar de este ser um livro já com alguns anos continua bastante actualizado.
Durante a leitura deste capítulo, o assunto que mais me interessou e preocupou foi a mensagem do autor aos pais e educadores para que estes prestem mais atenção na escolha de software educativo para auxiliar a aprendizagem das crianças.
O autor dá o exemplo de duas lojas onde se encontra à venda software educativo, para aludir ás escolhas que os pais enfrentam quando procuram o melhor para os filhos.
Seymour Papert refere o antropólogo americano Gregory Bateson, que afirmava que «sempre que aprendemos algo, aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado».
Verifica-se cada vez mais, uma certa ignorância ou mesmo falta de conhecimento por parte dos pais e educadores no que se refere ao software educativo mais indicado na educação das crianças. Esta fragilidade por parte dos pais é aproveitada pela indústria deste tipo de software que «possui um conhecimento excelente sobre o que é mais facilmente vendido aos pais», apostando em programas mais fáceis e baratos de produzir, que dão mais lucro a esta indústria «conceber produtos com baixos custos e facilmente colocáveis no mercado vai ao encontro do mínimo denominador comum da larga maioria das crenças que os pais têm sobre a educação».
A grande maioria dos pais vai pelo que está na moda, ou pelo que é mais publicitado, com títulos e capas mais apelativos. Como por exemplo se verifica actualmente, tudo o que é do Noddy ou do Ruca, é visto pelos pais como bom para as crianças mais novas, sejam livros, jogos interactivos ou qualquer tipo de software educativo.
Penso que isto, se deve ao facto de os pais estarem cada vez mais absorvidos nas suas carreiras, no trabalho, tendo cada vez menos tempo para se ocuparem com a educação dos filhos. Daí que, confiem no software mais publicitado pelos fabricantes, que conscientemente se aproveitam deste facto.

Foi também referido neste capítulo a Linguagem Logo, criada por Papert juntamente com Wally Feurzeig. Para a qual fiz uma pequena pesquisa para melhor entender.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O que é o Moodle?





Durante uma breve pesquisa para perceber melhor o que é e para que serve a ferramenta Moodle, encontrei este vídeo, que explica o essencial.
- O que é
- Características
- Para que serve
- Conteúdos integrantes
- Tipos de cursos
- Vantagens para o professor
-Vantagens para o aluno

Á descoberta de mais tecnologias educativas


A aula teórica do dia 2 de Novembro, foi ocupada mais uma vez com a realização dos trabalhos de grupo, mais precisamente na elaboração do relatório final.
Na segunda parte da aula, a professora aproveitou para esclarecer algumas dúvidas e explicar como deverá ser entregue o relatório. Este tem de ser entregue em formato digital, na plataforma da disciplina, e deve conter as referências bibliográficas ou sitiografia, e o endereço do nosso del.icio.us.
Nesta aula percebemos a diferença entre tecnologias e ferramentas online. Os Blogs são por exemplo, uma tecnologia que tem como ferramentas o blogger, o WordPress, os blogs do sapo, entre outros. Também os Wikis são tecnologias que utilizam como ferramentas o wikispace. Já o nosso já tão conhecido Messenger é uma ferramenta, ou seja, é uma aplicação que nos permite utilizar a tecnologia Chat. Tal como o youtube, que consiste também numa ferramenta disponível online, que nos permite fazer upload de vídeos, organiza-los e partilha-los com outros utilizadores.
Foram dados mais exemplos na aula de outras tecnologias e ferramentas online.
A professora abordou também, as LMS’S (Sistemas de gestão da aprendizagem). Estas são plataformas que têm características em comum e que permitem a partilha de documentos entre professores e alunos. São um espaço online que tem um acesso restrito (só entra quem tem dados de utilizador para ter acesso) e pode também se associar a várias disciplinas. Temos o exemplo da nossa plataforma.
O MOODLE, DOKEOS e o SMARTBOARD, são alguns exemplos de plataformas. Segundo a professora o Moodle é a plataforma mais utilizada, sendo também a mais complexa. Esta ferramenta online está a ser utilizada por muitas faculdades em Portugal, são exemplos disso a Universidade do Porto, do Minho, de Évora e também ao que parece vai ser utilizada na Universidade de Lisboa.
A professora falou-nos também num projecto criado este ano pela Porto Editora “Saber Mais” que disponibiliza online o Moodle.


Comunidade Moodle Portuguesa.

domingo, 28 de outubro de 2007

Aproveitando as funcionalidades do Messenger


Não pude estar presente nas aulas de tecnologias desta semana por motivos de saúde. No entanto, procurei informar-me junto das minhas colegas sobre o que se fez na aula teórica do dia 23 de Outubro.
Quanto á aula prática, do dia 26 de Outubro, aproveitei a utilidade de uma ferramenta muito nossa conhecida, o Messenger, e que irá também ser explorada por um dos grupos para o trabalho final. Pude assim, através do Messenger ‘participar’, a partir de casa, na aula ajudando as minhas colegas de grupo nas pesquisas para o nosso trabalho.
Posso assim, afirmar, através desta experiência e de outras, que o Messenger pode e deve ser também aproveitado para fins educativos e deixar de ser visto apenas como uma ferramenta de lazer.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

A vertente educativa do myspace


Chamaram-me a atenção esta semana para uma notícia que veio no jornal Metro do dia 22 de Outubro, sobre “O que é a democracia” e “O que a democracia significa para mim?”. O mais interessante nesta noticia não é só o tema em si, apesar de este ser muito importante, mas sim o facto de se estar a utilizar o myspace para a exibição de pequenos filmes referentes a este tema com o objectivo de promover um debate à escala mundial.

Esta notícia vem mostrar que de facto o myspace pode ser utilizado para fins educativos, através de iniciativas como esta que promovem a comunicação e a partilha de opiniões.

Á procura do educativo…


A aula prática do dia 19 de Outubro de 2007, foi mais uma vez ocupada com pesquisa de informação para a realização do relatório sobre a ferramenta online trabalhada por cada grupo.
Mais uma vez discutiu-se sobre o que haverá de educativo no hi5 e myspace, mas desta vez, através de uma pesquisa mais minuciosa, descobrimos uma vertente do hi5 até aqui desconhecida a qual pretendemos trabalhar um pouco no relatório.
Este trabalho está a ajudar-me a olhar de maneira diferente para certas ferramentas e programas que á partida não apresentam nada de educativo mas que após alguma pesquisa se mostram bastante interessantes.
Tem sido para mim, particularmente interessante explorar o myspace pois, parece mais elaborado e mais completo que o hi5. O myspace é uma ferramenta online muito utilizada por bandas desconhecidas para a divulgação do seu trabalho e também na divulgação de músicas de artistas conhecidos, fazendo muitas vezes do myspace a página oficial do seu trabalho.
Cada elemento do grupo ficou de se inscrever no myspace e anotar as etapas e dificuldades ocorridas nesse pequeno processo.

A professora aproveitou para fazer referência a uma conferência que ocorreu em Lisboa nos dias 15 e 16 de Outubro sobre o e-learning e as tecnologias da informação e comunicação, que contou com a participação de Marc Rosenberg, especialista mundial em e-learning. Era interessante ter assistido a essa conferência mas infelizmente não tivemos conhecimento dela a tempo.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

E-learning




Durante a minha pesquisa sobre o que é o e-learning e como pode ser utilizado, encontrei este vídeo que parece ser bastante interessante para se entender melhor esta ferramenta cada vez mais utilizada na educação.

E-learning ferramenta do futuro!


Na aula teórica do dia 16 de Outubro de 2007, foi abordado o tema ensino à distância, mais propriamente focado no e-learning. Esta foi uma aula interessante na medida em que, apesar de ser uma ferramenta actual do qual já quase todos ouvimos falar, não tinha ainda noção do que se tratava ao certo, fazia apenas uma pequena ideia. Mas admito também que até esta aula não tinha procurado informar-me em relação a esta ferramenta.

Esta é uma ferramenta muito útil para o ensino e também já muito utilizada por alguns professores nas faculdades. Funciona como um ensino ou formação á distância, onde o professor e o aluno não têm de se encontrar fisicamente, mas sim em rede ou seja, através da Internet. Levando a que seja necessário algum domínio do computador e da internet. Esta nova ferramenta permite que haja um acompanhamento e transmissão de conteúdos educativos por parte dos formadores aos formandos. Vem colocar um pouco de lado o ensino tradicional, atenuando assim a problemática espaço e tempo.

Penso que, tal como a professora afirmou na aula e através da pesquisa que fiz em casa, o e-learning vem contribuir para uma maior autonomia do aluno, isto deve-se ao facto de esta ferramenta se centrar mais no aluno, levando a que seja este a “construir o seu percurso de auto-formação”. É o próprio aluno que tem a iniciativa de estudar e de organizar o seu tempo da forma como, quando e onde quiser, através dos conteúdos fornecidos pelos formadores.

É, no entanto, importante frisar que os papéis dos formadores e das instituições de ensino não são postos em causa com o e-learnig, muito pelo contrário “o que muda é a sua função, deixando de ser agentes de ensino para serem parceiros de aprendizagem”.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Será que há algo de educativo no hi5 e myspace?


A aula prática, do dia 12 de Outubro de 2007, foi ocupada na pesquisa para os trabalhos de grupo. Tivemos de pensar e pesquisar o que há de educativo ou como podemos utilizar a nossa ferramenta online para fins educativos, visto no meu grupo termos escolhido como ferramenta o hi5 e o myspace deparamo-nos com algumas dificuldades de inicio para encontrar o que haverá de educativo nestas ferramentas. A nossa primeira reacção foi de que não há nada de educativo, também porque de inicio encontramos tudo menos material educativo. Com a ajuda da professora, descobrimos alguns blogs interessantes que nos podem ajudar.
A finalidade do nosso trabalho é conseguir que estas ferramentas sejam utilizadas como partilha de conhecimentos com fins educativos.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Novas Tecnologias no ensino


Na aula teórica, do dia 9 de Outubro de 2007, a professora Guilhermina falou-nos das novas tecnologias e qual o papel destas na alteração do ensino.
Existem assim, 3 perspectivas perante as quais se pode ter uma visão de como as tecnologias modificam ou podem modificar o ensino. São estas a perspectiva Optimista – que acredita na possibilidade de se modificar completamente o ensino através das novas tecnologias; a perspectiva Pessimista – que não acredita no facto de as novas tecnologias poderem vir a ter um papel significativo na modificação/ alteração do ensino; e também a perspectiva Realista, acrescentada pela professora, que consiste em se acreditar ser possível alterar o ensino, mas devido ás várias limitações com que os professores, as instituições e os alunos se deparam, sabe-se que não é possível que este seja completamente alterado.

Estou mais de acordo com a perspectiva realista, pois, acredito que seja difícil alterar completamente o ensino devido ás limitações e dificuldades com que os professores as instituições e mesmo os alunos se deparam.
Todos nós já nos deparamos, em experiências anteriores com a falta de formação de alguns professores na utilização das novas tecnologias em contexto de sala de aula, ou mesmo na falta de condições por parte das escolas para a utilização dessas tecnologias. Devia-se apostar mais na resolução destes problemas para se melhorar o nosso sistema de ensino.

Foi também abordado nesta aula a Aprendizagem Significativa, e as suas características. São estas a Comulativa; Construtiva; Auto-Regulada; Orientada para Objectivos; Transferível; Contextualizada e Colaborativa.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Paulo Freire vs Seymour Papert




Após uma breve pesquisa sobre Papert, encontrei este vídeo, para mim bastante interessante por mostrar um breve encontro entre dois educadores nossos conhecidos, Paulo Freire e Seymour Papert.
Este vídeo, dá-nos a conhecer um pouco o ponto de vista de cada um destes importantes educadores a cerca da educação.

2º Capítulo (comentário)


Após a leitura deste 2º capítulo do livro “a família em rede”, as ideias principais que retiro deste capítulo são, o facto de o autor salientar a importância do uso dos computadores na aprendizagem das crianças na escola e em casa com a família (mesmo quando acabam por ser as crianças a ensinar os pais).
Papert frisa também o facto de não se aproveitar as potencialidades das tecnologias nas escolas. Os computadores estão a ser mal utilizados no ensino por parte dos professores e educadores, isto porque, como afirma o autor, «novas tecnologias são usadas para fortalecerem métodos educativos pobres, que foram concebidos apenas porque não existia o computador quando a escola foi pensada».
As crianças podem aprender bastante por iniciativa própria, através da pesquisa na Internet, onde saboreiam a excitação de alcançarem os conhecimentos que pretendem obter, e com a experiência que ganham ao manusear o computador. Podemos verificar isso com o exemplo de Jenny, citado no capitulo, que segundo uma afirmação do autor «o que ganhou da experiência com o computador foi muito mais valioso do que qualquer melhoria no ensino de um currículo estabelecido».
Achei também interessante, o facto do autor tentar desmistificar um pouco a ideia que hoje em dia se criou de que quem não possui conhecimentos de informática não encontrará emprego no futuro. Perante esta ideia, Papert defende que até mesmo quem tem um curso de informática, ou seja, que possui os conhecimentos ditos necessários, pode não ser necessariamente fluente nessa matéria. Acabando mais cedo ou mais tarde por se esbarrar num problema informático para o qual não tem soluçao. É preciso aplicar os conhecimentos adquiridos, é preciso «a utilização» desses conhecimentos. Há também que ter em conta o medo de errar, que por vezes nos impede de tentar resolver os problemas com que nos deparamos. Por vezes, esse medo impede-nos de tentar solucionar os problemas ou mesmo de explorar mais os computadores e os programas que são desconhecidos para nós.

É feita uma pequena referência neste capítulo a Alan Kay.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Primeiras semanas


Durante a “atribulada” semana das praxes, eu e grande parte dos meus colegas não comparecemos ás aulas (25 de Setembro aula teórica e 28 de Setembro aula prática). Aproveitamos para ver o outro lado, reclamar o ‘direito’ e a tão esperada oportunidade de trajar pela primeira vez e de praxar os novos caloiros mas, o mais importante e o que nunca deveria ser esquecido, divertir e ambientar os caloiros para entrada numa nova etapa das suas vidas.

Passada toda a azafama da recepção aos caloiros, e depois de conhecer tanta gente nova e diferente, mas unida pelos mesmos objectivos, é chegada a altura de retomar á nossa vida de aulas, apresentações de trabalhos, escolha de grupos. Apesar deste regresso á normalidade, não avançamos no que diz respeito ás aulas de Tecnologias Educativas. Isto porque, a aula teórica de dia 2 de Outubro foi ocupada com alguns inquéritos enviados pela Reitoria com o objectivo de avaliar a Faculdade, as disciplinas e professores do semestre passado. Quanto á aula prática, foi de encontro com o feriado nacional da Proclamação da República Portuguesa.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

1º Capítulo (comentário)


Numa primeira abordagem ao livro “A família em rede” de Seymour Papert, pareceu-me interessante «a inspiração na Internet está também presente na forma de escrita» como se estivesse-mos a navegar na Internet através de hiper texto. Este é um livro de fácil leitura.

Neste primeiro capítulo são abordados os seguintes temas: “destruição de lares”, “relações conflituosas entre pais e filhos” e “hiper texto”.

Após a leitura e reflexão sobre este capítulo, deparei-me com uma dúvida que até aqui nunca me tinha surgido “será que os valores que devem figurar numa família estão a desaparecer com a fugacidade do tempo e com o avanço da tecnologia?. Todos nós jovens temos cada vez mais aquele ‘bichinho’ da tecnologia, seja ele o telemóvel, o mp3, a televisão ou mesmo a Internet e o computador citados neste capítulo. Contudo, não me parece que este avanço na tecnologia seja o causador da falada “destruição de lares” e ou “relações conflituosas entre pais e filhos”.

Porquê não aproveitar o interesse das crianças e dos jovens pelas tecnologias para se interagir mais em família?! Porque a família não se deixa fazer conduzir sem receios pelas crianças numa aprendizagem conjunta pela «auto-estrada do ciberespaço» e pelo computador, deixando de lado tudo o resto!

É verdade que a tecnologia estimula a auto aprendizagem da criança, mas nunca esquecendo a importância da intervenção da família na aprendizagem e educação das crianças.

domingo, 23 de setembro de 2007

Primeiras impressões...

Não tinha ainda uma noção formada de como seria este ano o programa da disciplina de Tecnologias Educativas, mas tinha alguma curiosidade, principalmente acerca do trabalho de grupo que para mim é o grande desafio da disciplina.
Esta semana na aula prática, falamos sobre os trabalhos de grupo e sobre as tecnologias que cada grupo pode utilizar. No meu grupo, escolhemos trabalhar com o hi5 e o myspace. Ainda não sabemos bem o que vamos fazer.
Aprendemos também a utilizar o del.icio.us, que parece funcionar como a ferramenta dos favoritos do nosso computador.
Foi, também proposto a leitura do livro “ a família em rede” de Seymour Paper. E assim, todas as semanas temos de postar um comentário a um capitulo do livro.

'Novo' ano...


Depois de umas merecidas férias começa um ‘novo ano’, que de certeza será mais exigente que o ano anterior, mas no fim o esforço vai valer a pena…

domingo, 17 de junho de 2007

Ultima semana de aulas (13 e 15 de junho)


Esta ultima semana de aulas foi uma correria por causa dos trabalhos de grupo, foi a semana dos ultimos retoques em que acho que aprendi imensa coisa... aproveitamos todas as tardes e manhas livres para fazer o trabalho.Tivemos alguns contra tempos pois verificamos que a nossa ideia para a aplicacao nao estava a funcionar muito bem com o Quandary por isso tivemos de alterar o nosso projecto todo para o PowerPoint. Apesar de tudo até teve as suas vantegens pois, aprendemos a trabalhar melhor no PowerPoint e aprendemos a fazer hiperligações com a juda da professora Elisabete Rodrigues.

sábado, 2 de junho de 2007

Aulas dia 30-05-07 e 01-06-07


Esta semana devido á greve geral não fui á aula prática, e na ocorrência de uma Conferência sobre as Tecnologias também não houve aula teórica. Por isso aproveitamos esse tempo sem aulas para adiantar o nosso trabalho de grupo apesar de termos tido alguns contratempos que acabaram por nos prejudicar no trabalho, pois não conseguimos que os técnicos do departamento de informática da nossa faculdade nos ajudassem a resolver o problema de acesso a Internet no nosso computador. Acabamos por ter de fazer o nosso trabalho em outra faculdade onde nos resolveram esse problema.

domingo, 27 de maio de 2007

Aulas teóricas ( 16-05-07 e 23-05-07)


Nas últimas duas semanas as aulas teóricas têm sido ocupadas a explorar o Quandary e a fazer os trabalhos de grupo. Têm sido muito importantes estas aulas pois já me sinto mais a vontade com este programa.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Aula prática (09-05-07)

Aprendi muito com esta aula prática que foi dada por uma licenciada do nosso curso a Joana. Esta aula consistiu na introdução à concepção e realização de actividades no Hot Potatoes, foi muito interessante e produtiva pois aprendi muita coisa e gostei muito do programa. Aprendemos também um pouco de como se trabalha em HTML, como funciona, pois precisamos para o nosso exercício no Hot Potatoes foi mesmo muito interessante principalmente por saber que no segundo ano vamos aprender mais sobre isso.

Aula prática (02-05-07)

Esta foi uma aula muito produtiva pois, estivemos a fazer a nossa aplicação multimédia com o programa Quandary que ainda não domino muito bem pois parece um pouco complicado, mas espero com o tempo perceber melhor este programa que parece muito interessante para o nosso trabalho de grupo.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Aula teórica (27-04-07)

Nesta aula o professor falou nas Tecnologias Multimédia falou-nos nos seus problemas e desafios. São estes:
· Desorientação no hiperespaço
· Sobrecarga cognitiva
· Angústia da não-directividade
· Reduzida atenção aos conteúdos
· Desaproveitamento da informação disponível

Explicou-nos o que era uma INTERFACE, que esta é o equivalente ao ecrã do computador, é o “sitio” que faz a “ligação” entre o homem e o computador.
Falou-nos também na Mediatização -> Guião de autor (story board) – é na essência compreender o meio que está a ser utilizado. E também nas suas características.

No final desta aula dividimo-nos em grupos e cada um traduziu um ponto de uma ficha o ponto que calhou ao meu grupo foi o ponto 4. Aqui deixo a nossa tradução.

Cognitive Directness
· minimize mental transformations of information (e.g. using ‘control+shift+esc+8’ to indent a paragraph)
· use meaningful icons/letters
· use appropriate visual cues, such as direction arrows
· use ‘real-world’ metaphors whenever possible (e.g. desktop metaphor, folder metaphor, trash can metaphor etc.)



· minimizar as transformações mentais da informação (ex: usando’control+shift+esc+8’ para iniciar um paragrafo)
· usar ícones e letras sugestivas/ com significado
· usar ajudas visuais apropriadas assim como setas de direcção
· usar metáforas do ‘mundo real’ sempre que possível (ex: metáfora de ambiente
de trabalho , metáfora da pasta, metáfora da reciclagem)

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Aula teórica (20-04-07)

Nesta aula o professor falou-nos na Comunicação em Educação. Citou também o Modelo matemático da Comunicação sobre o qual realizei uma breve pesquisa para perceber melhor em que consistia http://www.eps.ufsc.br/disserta99/leal/cap3.html .
Aprendi também a distinção entre informação e conhecimento. Podemos assim dizer que, a informação são os dados e o conhecimento é o sentido/ significado que temos quando as coisas já fazem parte das estruturas internas do nosso conhecimento – memória a longo prazo. Ou seja, a informação é complementar no sentido em que uma leva à outra, isto é, a informação leva ao conhecimento. Há uma diferença entre os dados em si próprios e a leitura ou sentido que fazemos.
Tomei conhecimento sobre Mayer, nomeadamente sobre a sua obra “Aprendizagem Multimédia”. Aprendi os 7 princípios de uma aprendizagem multimédia. São estas:
1- Multimédia
2- Contiguidade espacial – os alunos aprendem melhor quando as imagens, palavras… estão próximas.
3- Contiguidade temporal – os alunos aprendem melhor se as imagens que forem apresentadas estiverem ao mesmo tempo da informação verbal.
4- Coerência – os alunos aprendem melhor quando as palavras, a informação verbal e as imagens têm uma relação entre si. Quanto mais forte for a relação maior a coerência.
5- Modalidade – os alunos aprendem melhor quando associado à imagem aprendem melhor em suporte áudio do que em suporte de texto. E aprende-se melhor em relação à imagem animada do que a uma imagem fixa.
6- Redundância – os alunos aprendem melhor a partir da animação e da narração em conjunto do que propriamente com cada um deles em separado.
7- Diferenças individuais

Foi uma aula muito importante, pois, vai-nos ajudar na elaboração de estratégias para as nossas aplicações multimédia.

domingo, 25 de março de 2007

Aula teórica (23-03-07)

Esta foi uma aula diferente, pois, foi dada pela professora Elisabete Rodrigues. Aprendemos a diferenciar o Ensino http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino da Aprendizagem http://pt.wikipedia.org/wiki/Aprendizagem . “Encaramos o ensino sempre em função da aprendizagem”.

Aprendemos também que a Aprendizagem é, “ uma mudança na ‘performance’ ou na capacitação para a performance que resulta da prática ou de outra experiência e que perdura ao longo do tempo”.

Aula prática (14-03-07) e Aula teórica (16-03-07)

A aula pratica foi um pouco diferente do que temos feito ate agora, foi essencialmente para que cada grupo apresentasse a sua ideia sobre o que pretende fazer na sua aplicação multimédia, e para ouvir as opiniões dos outros colegas e do professor para podermos melhorar. Gostei bastante da aula, pois, ajudou-me a perceber melhor o que tenho de fazer neste trabalho.
Aprendi também nesta aula a mexer melhor no PowerPoint, pois, tinha de apresentar a minha ideia através deste suporte.

Na aula teórica o professor falou-nos nas “Fases do processo de aplicação multimédia. São estas:
1- Conceito
2- Concepções
3- Comunicação multimédia
4- Processo de desenho de aplicação multimédia
Foi muito interessante esta aula, pois, para além de aprendermos o processo de concepção da aplicação multimédia, aprendi também algumas regras de “boa” aplicação do PowerPoint.
Foi uma aula muito proveitosa.

terça-feira, 13 de março de 2007

5ª Aula... teórica (9-03-07)



Começamos a aula a falar no Ensino Programado para esclarecer em que consistia e para que servia.
Ensino Programado tem por base o Behaviorismo
*O aluno deve trabalhar individualmente
*O aluno deve trabalhar no seu próprio ritmo
*O aluno deve trabalhar por pequenos passos
*Cada pequeno passo deve-se integrar numa sequência cuidadosamente estabelecida
*O aluno deve responder activamente a cada pequeno passo
*O aluno deve ser imediatamente informado sobre a pertinência da sua resposta

Foi citado também nesta aula o conceito de Inteligência Artificial que apesar de ser “hoje um domínio do conhecimento cada vez mais ‘na moda’ “ quando somos confrontados se sabemos explicar o que significa, percebemos que afinal, não o dominamos como pensamos.
A Inteligência Artificial, na essência é fazer um programa semelhante ao ensino programado. Mas esta estrutura vai-se moldando, adaptando às respostas do aluno. É como se o programa fosse inteligente, percebe onde o aluno está a falhar – são aplicações que ‘aprendem’, que se adaptam às respostas que o aluno dá.
Para melhor entender em que consiste a IA fiz uma pequena pesquisa http://www.citi.pt/educacao_final/trab_final_inteligencia_artificial/ia.html.

Para completar a Linha do Tempo que iniciamos na 1ª aula teórica, o professor citou o ‘EFEITO SPUTNIK’ 1957 – O primeiro SatéliteA União Soviética coloca em órbita o satélite artificial, o Sputnik I: o primeiro objecto feito pelo homem a entrar em órbita do planeta. Completando uma volta a cada 96 minutos, a esfera de 83 quilos levava um transmissor que emitia sons, que foram retransmitidos por rádios de todo o planeta.

Foi também citado nesta aula a TEORIA DOS SISTEMAS – estuda a organização abstracta de fenómenos, independente da sua formação e configuração presente. Investiga todos os princípios comuns a todas as entidades complexas, e modelos que podem ser utilizados para a sua descrição. A teoria de sistemas foi proposta em meados de 1950 pelo biólogo Ludwig von Bertalanffy (ALVAREZ, 1990). Em 1956 Ross Ashby introduziu o conceito na ciência cibernética. A pesquisa von Bertalanffy foi baseada numa visão diferente do reducionismo científico até então aplicada pela ciência convencional. Dizem alguns que foi uma reacção contra o reducionismo e uma tentativa para criar a unificação científica.
Foi também citado a TEORIA DA COMUNICAÇAO – Shannone e Weaver (1963).
Para mim, esta aula foi muito interessante, pois, aprendemos o que são ao certo as Tecnologias Analógicas em oposição às Tecnologias Digitais – funciona num sistema de contagem binária (o 1) por oposição ao sistema decimal. Falamos também na Internet, como surgiu e como funciona. Para aperfeiçoar os meus conhecimentos fiz uma pesquisa sobre a Internet http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet.
Esta foi para mim, uma aula bastante produtiva, pois, aprendi imensas coisas das quais muitas vezes me questionava.

domingo, 11 de março de 2007

4ª Aula... prática (7-03-07)

Esta segunda aula prática foi muito interessante. O professor mostrou-nos alguma aplicação multimédia dos nossos colegas de anos anteriores, para nos ajudar a ter uma ideia para o nosso trabalho de grupo.
Aprendemos com estas aplicações os vários tipos de estruturas que podem ser usadas para o nosso trabalho, são elas:
A Estrutura em Hierarquia – em que se navega através de menus (alternativas), a Estrutura em Rede Semântica – navega-se por palavras – chave que permitem as hiper – ligações – lógica de conteúdos, semântica de significados. Isto é, são ligações entre nós conjunto de nós ligados entre si dando origem a uma rede semântica de sentido – quase tudo liga a quase tudo mas sem estar estruturado logicamente, Estrutura Linear – com a ajuda dos botões de avançar / retomar, é como se se estivesse a folhear um livro. Indicada para um assuntos que seja abordado pela primeira vez. Falamos também na Estrutura de Matriz.
Durante esta aula o professor falou-nos em alguns programas que podemos utilizar para fazer a nossa aplicação multimédia, são eles flash, CMaps Tool, Quandary, entre outros.

sábado, 3 de março de 2007

3ª Aula (2-3-07) …

O objectivo desta aula (teórica) era que cada um de nós ficasse com a visão do contínuo desde que as tecnologias começaram a ser utilizadas até hoje.
Foi dado no início da aula, 3 tópicos para reflexão, são estes:
1- À procura de uma identidade… (sobre o conceito de “Tecnologias Educativas”)
2- A função das Tecnologias
3- A investigação propriamente dita

Com esta aula, ficamos com a ideia de que o conceito de Tecnologias Educativas não é pacífico, pois, é perecível de se identificar de várias maneiras.

Percebemos também, durante a aula a diferença entre Tecnologias da Educação e Tecnologias em Educação. A primeira é quando se vê a educação como um todo e se clarifica estratégias para resolver os problemas da educação. Enquanto que a segunda é o pensar no uso de cada uma delas em uso educativo.

Esta aula fez-nos reflectir a função das Tecnologias (para quê? Para quem?) – que são Materiais para dar apoio ao trabalho do professor (que é o transmitir conhecimento /ensinar) VS Materiais para dar apoio ao trabalho do aluno.
Para melhor entender o significado de Tecnologia fiz uma pequena pesquisa – Tecnologia é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. Dependendo do contexto, a tecnologia pode ser:
As
ferramentas e as máquinas que ajudam a resolver problemas;
As técnicas, conhecimentos, métodos, materiais, ferramentas, e processos usados para resolver problemas ou ao menos facilitarem a solução dos mesmos;
Um método ou processo de construção e trabalho
A aplicação de recursos para a resolução de problemas;
O termo tecnologia também pode ser usado para descrever o nível de
conhecimento científico, matemático e técnico de uma determinada cultura;
Na
economia, a tecnologia é o estado actual do nosso conhecimento de como combinar recursos para produzir produtos desejados.
A tecnologia é, de uma forma geral, o encontro entre ciência e
engenharia.

No decorrer desta aula foi feito referencia a SKINNER http://pt.wikipedia.org/wiki/Burrhus_Frederic_Skinner e á Máquina de ensinar http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/per07.htm.

2ª Aula (28-2-07) …

Na 2ª aula, a primeira aula prática, foi delineado logo no início os objectivos para esse dia. Estes consistiam em:
-> Inscrição no Campus online
-> Responder individualmente aos questionários de diagnóstico
-> Criação do blog
-> Iniciação no Photostory
-> Começar a pensar no trabalho de grupo

Todos os objectivos foram cumpridos…
Quanto à iniciação no Photostory foi de início um pouco complicado pois não estava habituada com o programa nem o conhecia, mas logo comecei a perceber como funcionava com a ajuda de alguns colegas. Foi lançado pelo Professor o desafio de preparar a nossa apresentação à turma em +/ – 1 minuto com o Photostory.

Dificuldades durante a criação do bLoG…

Apesar de nunca ter criado um blog não tive grandes dificuldades, foi bastante fácil fazer, pois, os passos eram muito simples. Para mim o mais complicado foi mesmo arranjar um título e decidir-me por um modelo para o blog mas lá consegui pensar em alguma coisa.

Apresentação da Cadeira… 1ª Aula…

Na primeira aula da cadeira de Tecnologias Educativas I, que decorreu no dia 23 de Fevereiro do presente ano, foi-nos apresentada esta nova cadeira que já pelo nome suscitava imensa curiosidade e algumas dúvidas. O Professor Fernando Costa pediu-nos que respondesse-mos a dois questionários de diagnóstico sobre Competências e Atitudes face aos Computadores ao qual obtive 31 pontos, não foi a melhor mas penso que também não está muito mal…

Durante a aula a Professora Elisabete Rodrigues e o Professor Fernando Costa explicaram-nos os trabalhos que iremos fazer ao longo deste semestre tal como o peso atribuído a cada um. Foi perguntado à turma se sabíamos o que era um blog e pedido que cada um de nós criasse um blog individual, para postarmos as nossas dificuldades ao longo do semestre tal como o que é dado nas aulas. Como não sabia muito à cerca deste assunto decidi pesquisar -
Barger, foi o autor de um dos primeiros FAQ - Frequently Asked Questions, foi o editor do blog original robotwisdom e concebeu o termo "weblog" - em 1997, Um weblog, blog ou blogue é um página da Web cujas actualizações (chamadas posts) são organizadas cronologicamente (como um histórico ou diário). Estes posts podem ou não pertencer ao mesmo género de escrita, referir-se ao mesmo assunto ou ter sido escritos pela mesma pessoa.

Objectivos do bLoG...



O objectivo principal deste blog para ser sincera, como não poderia deixar de ser é para conseguir aqueles 3 valores no final do semestre… “quem fala verdade não merece castigo…”.

Ao longo deste semestre vou tentar pelo menos uma vez por semana postar o que aprendi nas aulas de Tecnologias Educativas I, e também as dificuldades com que me vou deparando face às tecnologias e ás aprendizagens que vou fazendo.

O blog tem como finalidade, no final do semestre ajudar na elaboração do trabalho individual e na reflexão critica sobre as aprendizagens e sobre o papel das tecnologias em educação.