sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O outro lado da tecnologia



Porque as tecnologias também devem ser utilizadas para a diversão.

Já só falta um BOCADINHO assim [ .......... ]


A aula do dia 30 de Novembro consistiu básicamente na realização e entrega da Macro Estrutura dos projectos de grupo. Foi uma aula muito produtiva pois, aprendemos a trabalhar com mais um programa, o CMaps Tools, que será de certeza útil para outros projectos futuros.
Começa agora a última etapa do projecto que será por em prática todas as nossas ideias.
Vamos tentar mostrar como afinal tanto o Hi5 como o Myspace poderão também ser utilizados em contexto educativo.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Elaboração do Guião de autor

O objectivo da aula do dia 23 de Novembro foi a elaboração do Guião de autor do projecto das ferramentas online. Vamos ter que criar também uma Macro-estrutura do nosso projecto através do CMaps Tools, que consiste numa aplicação para representar visualmente esquemas e relações entre conceitos. Esta aplicação está disponível para Download na plataforma da disciplina. Aproveitei para fazer uma breve pesquisa para perceber em que consiste esta aplicação CMaps.





A professora fez uma planificação do que será feito nas próximas aulas, para que nos organizemos melhor e tentarmos fazer o máximo possível do projecto nas aulas. Falou-nos também numa Conferência que se realizará no dia 13 de Dezembro sobre “E-learning e comunidades: no digital mas mais além” que seria interessante que todos participassem.

Mais uma curiosidade


EUA: Jovens escolhem rede social segundo etnia e educação

Os jovens universitários norte-americanos escolhem as redes sociais nas quais participam de acordo com a sua etnia e a educação dos pais, revela uma pesquisa, que afirma que há menos mistura de utilizadores de diferentes origens do que seria de imaginar.

O Facebook, por exemplo, é o site mais escolhido por jovens dos EUA, enquanto os estudantes de origem latino-americana preferem o MySpace, a opção menos provável para os utilizadores asiático-americanos, que tendem a usar redes sociais menos populares, como o Xanga ou o Friendster.
Não há diferenças significativas sobre a escolha de redes sociais por estudantes negros, mas os membros cujos pais têm formação superior utilizam mais o Facebook, enquanto que os cibernautas com pais que estudaram apenas até ao segundo ciclo preferem o MySpace.
O Facebook é, aliás, a rede social mais popular entre a comunidade acadámica, já que quatro em cada cinco estudantes opta pelo site, em detrimento do MySpace, que ocupa o segundo lugar e é preferência de 40% dos universitários.

27-11-2007 12:16:10 http://diariodigital.sapo.pt/


Achei esta notícia muito interessante pelo facto de se relacionar com o meu trabalho de grupo sobre as redes sociais Hi5 e Myspace.
É mais uma curiosidade a cerca destas ferramentas.

domingo, 18 de novembro de 2007

4º Capítulo (comentário)


Ao longo da leitura deste capítulo, deparei-me como já tenho verificado ao longo dos capítulos anteriores, com temas bastantes actuais.
Um assunto referido por Papert e que para mim é muito importante, são os valores. Quem os deve transmitir?
Cada vez mais, as pessoas vêm-se questionando se «os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais». Na minha opinião, os valores devem ser ensinados tanto pelos pais como pela escola. A família deve transmitir os valores “primários” pois, é aqui o início do processo de socialização e idealização de valores. A escola por seu lado, deverá transmitir os valores de componentes mais sociais, éticas, morais e também a partilha e o respeito pelos outros. Sendo necessário e sempre que possível a participação da família. No entanto, a falta de tempo por parte dos pais leva-nos consciente ou inconscientemente a deixar nas “mãos” da escola a educação das crianças. A transmissão de valores deixa de ser uma função dos pais para se tornar quase que numa ‘obrigação’ da escola. Daí também a inevitável dúvida se «devem existir disciplinas escolares sobre questões morais». Penso que, não deveria ser necessário haver disciplinas sobre questões morais, pois, estas deveriam fazer parte do extra curricular. As questões morais são algo que deve estar implícito na escola sem estar explicito no programa/currículo.
Outro assunto muito interessante, referido também pelo autor, consiste numa dúvida com que a maior parte de nós já nos deparamos, principalmente quem lida diariamente com crianças. Deve-se ou não corrigir o raciocínio/pensamento das crianças, quando sabemos que este está errado?
Todos nós sabemos o quanto é frustrante perder num jogo. Imaginemos então o quanto será pior para uma criança perder sempre. Devemos então, deixar que elas ganhem, se não sempre, para não acabar com o desafio que sentem, ao menos de vez em quando é importante para estimular o interesse da criança.
Este dilema surge também ao longo do desenvolvimento da criança. É importante que esta se interesse por explorar o mundo à sua volta e para isso, precisa certamente da ajuda de um adulto, que a eduque e que lhe mostre quando está errada. Como refere o autor «se não lhes dissermos que estão erradas, nunca mais conseguem fazer melhor».
Sabemos que é importante deixar as crianças pensarem por si próprias para que se desenvolvam como «seres pensantes» para que não se limitem a repetir «simplesmente o que lhes é dito». No entanto, sabemos também que como diz Papert «o pensamento das crianças não pode ser deixado à solta (…) não há nenhuma dúvida que corrigi-los em todas as ocasiões provocará uma inibição no desenvolvimento da capacidade de pensarem por si próprios».
Haverá sempre esta dúvida no modo como se deve guiar a criança na sua exploração do mundo, apesar de muitos autores apresentarem algumas soluções.

Apresentações de PowerPoint



A aula do dia 16 de Novembro foi ocupada na elaboração e na apresentação de um PowerPoint (com o máximo de 5 diapositivos) sobre as ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e os aspectos mais importantes.
Aproveito para deixar aqui o PowerPoint do meu grupo.

Entrega do Relatório Final


Na aula do dia 9 de Novembro finalizamos a primeira etapa do nosso trabalho de grupo e começamos já a pensar como iremos elaborar a segunda etapa do trabalho, que consistirá na aplicação das ferramentas escolhidas por cada grupo em contexto educativo, e de maneira a estimular a partilha e a comunicação entre os vários intervenientes.

3º Capítulo (Comentário)


Tenho verificado, ao longo de cada capítulo que apesar de este ser um livro já com alguns anos continua bastante actualizado.
Durante a leitura deste capítulo, o assunto que mais me interessou e preocupou foi a mensagem do autor aos pais e educadores para que estes prestem mais atenção na escolha de software educativo para auxiliar a aprendizagem das crianças.
O autor dá o exemplo de duas lojas onde se encontra à venda software educativo, para aludir ás escolhas que os pais enfrentam quando procuram o melhor para os filhos.
Seymour Papert refere o antropólogo americano Gregory Bateson, que afirmava que «sempre que aprendemos algo, aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado».
Verifica-se cada vez mais, uma certa ignorância ou mesmo falta de conhecimento por parte dos pais e educadores no que se refere ao software educativo mais indicado na educação das crianças. Esta fragilidade por parte dos pais é aproveitada pela indústria deste tipo de software que «possui um conhecimento excelente sobre o que é mais facilmente vendido aos pais», apostando em programas mais fáceis e baratos de produzir, que dão mais lucro a esta indústria «conceber produtos com baixos custos e facilmente colocáveis no mercado vai ao encontro do mínimo denominador comum da larga maioria das crenças que os pais têm sobre a educação».
A grande maioria dos pais vai pelo que está na moda, ou pelo que é mais publicitado, com títulos e capas mais apelativos. Como por exemplo se verifica actualmente, tudo o que é do Noddy ou do Ruca, é visto pelos pais como bom para as crianças mais novas, sejam livros, jogos interactivos ou qualquer tipo de software educativo.
Penso que isto, se deve ao facto de os pais estarem cada vez mais absorvidos nas suas carreiras, no trabalho, tendo cada vez menos tempo para se ocuparem com a educação dos filhos. Daí que, confiem no software mais publicitado pelos fabricantes, que conscientemente se aproveitam deste facto.

Foi também referido neste capítulo a Linguagem Logo, criada por Papert juntamente com Wally Feurzeig. Para a qual fiz uma pequena pesquisa para melhor entender.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O que é o Moodle?





Durante uma breve pesquisa para perceber melhor o que é e para que serve a ferramenta Moodle, encontrei este vídeo, que explica o essencial.
- O que é
- Características
- Para que serve
- Conteúdos integrantes
- Tipos de cursos
- Vantagens para o professor
-Vantagens para o aluno

Á descoberta de mais tecnologias educativas


A aula teórica do dia 2 de Novembro, foi ocupada mais uma vez com a realização dos trabalhos de grupo, mais precisamente na elaboração do relatório final.
Na segunda parte da aula, a professora aproveitou para esclarecer algumas dúvidas e explicar como deverá ser entregue o relatório. Este tem de ser entregue em formato digital, na plataforma da disciplina, e deve conter as referências bibliográficas ou sitiografia, e o endereço do nosso del.icio.us.
Nesta aula percebemos a diferença entre tecnologias e ferramentas online. Os Blogs são por exemplo, uma tecnologia que tem como ferramentas o blogger, o WordPress, os blogs do sapo, entre outros. Também os Wikis são tecnologias que utilizam como ferramentas o wikispace. Já o nosso já tão conhecido Messenger é uma ferramenta, ou seja, é uma aplicação que nos permite utilizar a tecnologia Chat. Tal como o youtube, que consiste também numa ferramenta disponível online, que nos permite fazer upload de vídeos, organiza-los e partilha-los com outros utilizadores.
Foram dados mais exemplos na aula de outras tecnologias e ferramentas online.
A professora abordou também, as LMS’S (Sistemas de gestão da aprendizagem). Estas são plataformas que têm características em comum e que permitem a partilha de documentos entre professores e alunos. São um espaço online que tem um acesso restrito (só entra quem tem dados de utilizador para ter acesso) e pode também se associar a várias disciplinas. Temos o exemplo da nossa plataforma.
O MOODLE, DOKEOS e o SMARTBOARD, são alguns exemplos de plataformas. Segundo a professora o Moodle é a plataforma mais utilizada, sendo também a mais complexa. Esta ferramenta online está a ser utilizada por muitas faculdades em Portugal, são exemplos disso a Universidade do Porto, do Minho, de Évora e também ao que parece vai ser utilizada na Universidade de Lisboa.
A professora falou-nos também num projecto criado este ano pela Porto Editora “Saber Mais” que disponibiliza online o Moodle.


Comunidade Moodle Portuguesa.