
Numa primeira abordagem ao livro “A família em rede” de Seymour Papert, pareceu-me interessante «a inspiração na Internet está também presente na forma de escrita» como se estivesse-mos a navegar na Internet através de hiper texto. Este é um livro de fácil leitura.
Neste primeiro capítulo são abordados os seguintes temas: “destruição de lares”, “relações conflituosas entre pais e filhos” e “hiper texto”.
Após a leitura e reflexão sobre este capítulo, deparei-me com uma dúvida que até aqui nunca me tinha surgido “será que os valores que devem figurar numa família estão a desaparecer com a fugacidade do tempo e com o avanço da tecnologia?. Todos nós jovens temos cada vez mais aquele ‘bichinho’ da tecnologia, seja ele o telemóvel, o mp3, a televisão ou mesmo a Internet e o computador citados neste capítulo. Contudo, não me parece que este avanço na tecnologia seja o causador da falada “destruição de lares” e ou “relações conflituosas entre pais e filhos”.
Porquê não aproveitar o interesse das crianças e dos jovens pelas tecnologias para se interagir mais em família?! Porque a família não se deixa fazer conduzir sem receios pelas crianças numa aprendizagem conjunta pela «auto-estrada do ciberespaço» e pelo computador, deixando de lado tudo o resto!
É verdade que a tecnologia estimula a auto aprendizagem da criança, mas nunca esquecendo a importância da intervenção da família na aprendizagem e educação das crianças.

Um comentário:
Parabéns pela reflexão!
Bom trabalho!
Joana
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