
Tenho verificado, ao longo de cada capítulo que apesar de este ser um livro já com alguns anos continua bastante actualizado.
Durante a leitura deste capítulo, o assunto que mais me interessou e preocupou foi a mensagem do autor aos pais e educadores para que estes prestem mais atenção na escolha de software educativo para auxiliar a aprendizagem das crianças.
O autor dá o exemplo de duas lojas onde se encontra à venda software educativo, para aludir ás escolhas que os pais enfrentam quando procuram o melhor para os filhos.
Seymour Papert refere o antropólogo americano Gregory Bateson, que afirmava que «sempre que aprendemos algo, aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado».
Verifica-se cada vez mais, uma certa ignorância ou mesmo falta de conhecimento por parte dos pais e educadores no que se refere ao software educativo mais indicado na educação das crianças. Esta fragilidade por parte dos pais é aproveitada pela indústria deste tipo de software que «possui um conhecimento excelente sobre o que é mais facilmente vendido aos pais», apostando em programas mais fáceis e baratos de produzir, que dão mais lucro a esta indústria «conceber produtos com baixos custos e facilmente colocáveis no mercado vai ao encontro do mínimo denominador comum da larga maioria das crenças que os pais têm sobre a educação».
A grande maioria dos pais vai pelo que está na moda, ou pelo que é mais publicitado, com títulos e capas mais apelativos. Como por exemplo se verifica actualmente, tudo o que é do Noddy ou do Ruca, é visto pelos pais como bom para as crianças mais novas, sejam livros, jogos interactivos ou qualquer tipo de software educativo.
Penso que isto, se deve ao facto de os pais estarem cada vez mais absorvidos nas suas carreiras, no trabalho, tendo cada vez menos tempo para se ocuparem com a educação dos filhos. Daí que, confiem no software mais publicitado pelos fabricantes, que conscientemente se aproveitam deste facto.
Foi também referido neste capítulo a Linguagem Logo, criada por Papert juntamente com Wally Feurzeig. Para a qual fiz uma pequena pesquisa para melhor entender.
Durante a leitura deste capítulo, o assunto que mais me interessou e preocupou foi a mensagem do autor aos pais e educadores para que estes prestem mais atenção na escolha de software educativo para auxiliar a aprendizagem das crianças.
O autor dá o exemplo de duas lojas onde se encontra à venda software educativo, para aludir ás escolhas que os pais enfrentam quando procuram o melhor para os filhos.
Seymour Papert refere o antropólogo americano Gregory Bateson, que afirmava que «sempre que aprendemos algo, aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado».
Verifica-se cada vez mais, uma certa ignorância ou mesmo falta de conhecimento por parte dos pais e educadores no que se refere ao software educativo mais indicado na educação das crianças. Esta fragilidade por parte dos pais é aproveitada pela indústria deste tipo de software que «possui um conhecimento excelente sobre o que é mais facilmente vendido aos pais», apostando em programas mais fáceis e baratos de produzir, que dão mais lucro a esta indústria «conceber produtos com baixos custos e facilmente colocáveis no mercado vai ao encontro do mínimo denominador comum da larga maioria das crenças que os pais têm sobre a educação».
A grande maioria dos pais vai pelo que está na moda, ou pelo que é mais publicitado, com títulos e capas mais apelativos. Como por exemplo se verifica actualmente, tudo o que é do Noddy ou do Ruca, é visto pelos pais como bom para as crianças mais novas, sejam livros, jogos interactivos ou qualquer tipo de software educativo.
Penso que isto, se deve ao facto de os pais estarem cada vez mais absorvidos nas suas carreiras, no trabalho, tendo cada vez menos tempo para se ocuparem com a educação dos filhos. Daí que, confiem no software mais publicitado pelos fabricantes, que conscientemente se aproveitam deste facto.
Foi também referido neste capítulo a Linguagem Logo, criada por Papert juntamente com Wally Feurzeig. Para a qual fiz uma pequena pesquisa para melhor entender.

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