Durante a minha pesquisa sobre o que é o e-learning e como pode ser utilizado, encontrei este vídeo que parece ser bastante interessante para se entender melhor esta ferramenta cada vez mais utilizada na educação.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
E-learning
E-learning ferramenta do futuro!

Na aula teórica do dia 16 de Outubro de 2007, foi abordado o tema ensino à distância, mais propriamente focado no e-learning. Esta foi uma aula interessante na medida em que, apesar de ser uma ferramenta actual do qual já quase todos ouvimos falar, não tinha ainda noção do que se tratava ao certo, fazia apenas uma pequena ideia. Mas admito também que até esta aula não tinha procurado informar-me em relação a esta ferramenta.
Esta é uma ferramenta muito útil para o ensino e também já muito utilizada por alguns professores nas faculdades. Funciona como um ensino ou formação á distância, onde o professor e o aluno não têm de se encontrar fisicamente, mas sim em rede ou seja, através da Internet. Levando a que seja necessário algum domínio do computador e da internet. Esta nova ferramenta permite que haja um acompanhamento e transmissão de conteúdos educativos por parte dos formadores aos formandos. Vem colocar um pouco de lado o ensino tradicional, atenuando assim a problemática espaço e tempo.
Penso que, tal como a professora afirmou na aula e através da pesquisa que fiz em casa, o e-learning vem contribuir para uma maior autonomia do aluno, isto deve-se ao facto de esta ferramenta se centrar mais no aluno, levando a que seja este a “construir o seu percurso de auto-formação”. É o próprio aluno que tem a iniciativa de estudar e de organizar o seu tempo da forma como, quando e onde quiser, através dos conteúdos fornecidos pelos formadores.
É, no entanto, importante frisar que os papéis dos formadores e das instituições de ensino não são postos em causa com o e-learnig, muito pelo contrário “o que muda é a sua função, deixando de ser agentes de ensino para serem parceiros de aprendizagem”.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Será que há algo de educativo no hi5 e myspace?

A aula prática, do dia 12 de Outubro de 2007, foi ocupada na pesquisa para os trabalhos de grupo. Tivemos de pensar e pesquisar o que há de educativo ou como podemos utilizar a nossa ferramenta online para fins educativos, visto no meu grupo termos escolhido como ferramenta o hi5 e o myspace deparamo-nos com algumas dificuldades de inicio para encontrar o que haverá de educativo nestas ferramentas. A nossa primeira reacção foi de que não há nada de educativo, também porque de inicio encontramos tudo menos material educativo. Com a ajuda da professora, descobrimos alguns blogs interessantes que nos podem ajudar.
A finalidade do nosso trabalho é conseguir que estas ferramentas sejam utilizadas como partilha de conhecimentos com fins educativos.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Novas Tecnologias no ensino

Na aula teórica, do dia 9 de Outubro de 2007, a professora Guilhermina falou-nos das novas tecnologias e qual o papel destas na alteração do ensino.
Existem assim, 3 perspectivas perante as quais se pode ter uma visão de como as tecnologias modificam ou podem modificar o ensino. São estas a perspectiva Optimista – que acredita na possibilidade de se modificar completamente o ensino através das novas tecnologias; a perspectiva Pessimista – que não acredita no facto de as novas tecnologias poderem vir a ter um papel significativo na modificação/ alteração do ensino; e também a perspectiva Realista, acrescentada pela professora, que consiste em se acreditar ser possível alterar o ensino, mas devido ás várias limitações com que os professores, as instituições e os alunos se deparam, sabe-se que não é possível que este seja completamente alterado.
Estou mais de acordo com a perspectiva realista, pois, acredito que seja difícil alterar completamente o ensino devido ás limitações e dificuldades com que os professores as instituições e mesmo os alunos se deparam.
Todos nós já nos deparamos, em experiências anteriores com a falta de formação de alguns professores na utilização das novas tecnologias em contexto de sala de aula, ou mesmo na falta de condições por parte das escolas para a utilização dessas tecnologias. Devia-se apostar mais na resolução destes problemas para se melhorar o nosso sistema de ensino.
Foi também abordado nesta aula a Aprendizagem Significativa, e as suas características. São estas a Comulativa; Construtiva; Auto-Regulada; Orientada para Objectivos; Transferível; Contextualizada e Colaborativa.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Paulo Freire vs Seymour Papert
Após uma breve pesquisa sobre Papert, encontrei este vídeo, para mim bastante interessante por mostrar um breve encontro entre dois educadores nossos conhecidos, Paulo Freire e Seymour Papert.
Este vídeo, dá-nos a conhecer um pouco o ponto de vista de cada um destes importantes educadores a cerca da educação.
Este vídeo, dá-nos a conhecer um pouco o ponto de vista de cada um destes importantes educadores a cerca da educação.
2º Capítulo (comentário)

Após a leitura deste 2º capítulo do livro “a família em rede”, as ideias principais que retiro deste capítulo são, o facto de o autor salientar a importância do uso dos computadores na aprendizagem das crianças na escola e em casa com a família (mesmo quando acabam por ser as crianças a ensinar os pais).
Papert frisa também o facto de não se aproveitar as potencialidades das tecnologias nas escolas. Os computadores estão a ser mal utilizados no ensino por parte dos professores e educadores, isto porque, como afirma o autor, «novas tecnologias são usadas para fortalecerem métodos educativos pobres, que foram concebidos apenas porque não existia o computador quando a escola foi pensada».
As crianças podem aprender bastante por iniciativa própria, através da pesquisa na Internet, onde saboreiam a excitação de alcançarem os conhecimentos que pretendem obter, e com a experiência que ganham ao manusear o computador. Podemos verificar isso com o exemplo de Jenny, citado no capitulo, que segundo uma afirmação do autor «o que ganhou da experiência com o computador foi muito mais valioso do que qualquer melhoria no ensino de um currículo estabelecido».
Achei também interessante, o facto do autor tentar desmistificar um pouco a ideia que hoje em dia se criou de que quem não possui conhecimentos de informática não encontrará emprego no futuro. Perante esta ideia, Papert defende que até mesmo quem tem um curso de informática, ou seja, que possui os conhecimentos ditos necessários, pode não ser necessariamente fluente nessa matéria. Acabando mais cedo ou mais tarde por se esbarrar num problema informático para o qual não tem soluçao. É preciso aplicar os conhecimentos adquiridos, é preciso «a utilização» desses conhecimentos. Há também que ter em conta o medo de errar, que por vezes nos impede de tentar resolver os problemas com que nos deparamos. Por vezes, esse medo impede-nos de tentar solucionar os problemas ou mesmo de explorar mais os computadores e os programas que são desconhecidos para nós.
As crianças podem aprender bastante por iniciativa própria, através da pesquisa na Internet, onde saboreiam a excitação de alcançarem os conhecimentos que pretendem obter, e com a experiência que ganham ao manusear o computador. Podemos verificar isso com o exemplo de Jenny, citado no capitulo, que segundo uma afirmação do autor «o que ganhou da experiência com o computador foi muito mais valioso do que qualquer melhoria no ensino de um currículo estabelecido».
Achei também interessante, o facto do autor tentar desmistificar um pouco a ideia que hoje em dia se criou de que quem não possui conhecimentos de informática não encontrará emprego no futuro. Perante esta ideia, Papert defende que até mesmo quem tem um curso de informática, ou seja, que possui os conhecimentos ditos necessários, pode não ser necessariamente fluente nessa matéria. Acabando mais cedo ou mais tarde por se esbarrar num problema informático para o qual não tem soluçao. É preciso aplicar os conhecimentos adquiridos, é preciso «a utilização» desses conhecimentos. Há também que ter em conta o medo de errar, que por vezes nos impede de tentar resolver os problemas com que nos deparamos. Por vezes, esse medo impede-nos de tentar solucionar os problemas ou mesmo de explorar mais os computadores e os programas que são desconhecidos para nós.
É feita uma pequena referência neste capítulo a Alan Kay.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Primeiras semanas

Durante a “atribulada” semana das praxes, eu e grande parte dos meus colegas não comparecemos ás aulas (25 de Setembro aula teórica e 28 de Setembro aula prática). Aproveitamos para ver o outro lado, reclamar o ‘direito’ e a tão esperada oportunidade de trajar pela primeira vez e de praxar os novos caloiros mas, o mais importante e o que nunca deveria ser esquecido, divertir e ambientar os caloiros para entrada numa nova etapa das suas vidas.
Passada toda a azafama da recepção aos caloiros, e depois de conhecer tanta gente nova e diferente, mas unida pelos mesmos objectivos, é chegada a altura de retomar á nossa vida de aulas, apresentações de trabalhos, escolha de grupos. Apesar deste regresso á normalidade, não avançamos no que diz respeito ás aulas de Tecnologias Educativas. Isto porque, a aula teórica de dia 2 de Outubro foi ocupada com alguns inquéritos enviados pela Reitoria com o objectivo de avaliar a Faculdade, as disciplinas e professores do semestre passado. Quanto á aula prática, foi de encontro com o feriado nacional da Proclamação da República Portuguesa.
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