quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Novas Tecnologias no ensino


Na aula teórica, do dia 9 de Outubro de 2007, a professora Guilhermina falou-nos das novas tecnologias e qual o papel destas na alteração do ensino.
Existem assim, 3 perspectivas perante as quais se pode ter uma visão de como as tecnologias modificam ou podem modificar o ensino. São estas a perspectiva Optimista – que acredita na possibilidade de se modificar completamente o ensino através das novas tecnologias; a perspectiva Pessimista – que não acredita no facto de as novas tecnologias poderem vir a ter um papel significativo na modificação/ alteração do ensino; e também a perspectiva Realista, acrescentada pela professora, que consiste em se acreditar ser possível alterar o ensino, mas devido ás várias limitações com que os professores, as instituições e os alunos se deparam, sabe-se que não é possível que este seja completamente alterado.

Estou mais de acordo com a perspectiva realista, pois, acredito que seja difícil alterar completamente o ensino devido ás limitações e dificuldades com que os professores as instituições e mesmo os alunos se deparam.
Todos nós já nos deparamos, em experiências anteriores com a falta de formação de alguns professores na utilização das novas tecnologias em contexto de sala de aula, ou mesmo na falta de condições por parte das escolas para a utilização dessas tecnologias. Devia-se apostar mais na resolução destes problemas para se melhorar o nosso sistema de ensino.

Foi também abordado nesta aula a Aprendizagem Significativa, e as suas características. São estas a Comulativa; Construtiva; Auto-Regulada; Orientada para Objectivos; Transferível; Contextualizada e Colaborativa.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Paulo Freire vs Seymour Papert




Após uma breve pesquisa sobre Papert, encontrei este vídeo, para mim bastante interessante por mostrar um breve encontro entre dois educadores nossos conhecidos, Paulo Freire e Seymour Papert.
Este vídeo, dá-nos a conhecer um pouco o ponto de vista de cada um destes importantes educadores a cerca da educação.

2º Capítulo (comentário)


Após a leitura deste 2º capítulo do livro “a família em rede”, as ideias principais que retiro deste capítulo são, o facto de o autor salientar a importância do uso dos computadores na aprendizagem das crianças na escola e em casa com a família (mesmo quando acabam por ser as crianças a ensinar os pais).
Papert frisa também o facto de não se aproveitar as potencialidades das tecnologias nas escolas. Os computadores estão a ser mal utilizados no ensino por parte dos professores e educadores, isto porque, como afirma o autor, «novas tecnologias são usadas para fortalecerem métodos educativos pobres, que foram concebidos apenas porque não existia o computador quando a escola foi pensada».
As crianças podem aprender bastante por iniciativa própria, através da pesquisa na Internet, onde saboreiam a excitação de alcançarem os conhecimentos que pretendem obter, e com a experiência que ganham ao manusear o computador. Podemos verificar isso com o exemplo de Jenny, citado no capitulo, que segundo uma afirmação do autor «o que ganhou da experiência com o computador foi muito mais valioso do que qualquer melhoria no ensino de um currículo estabelecido».
Achei também interessante, o facto do autor tentar desmistificar um pouco a ideia que hoje em dia se criou de que quem não possui conhecimentos de informática não encontrará emprego no futuro. Perante esta ideia, Papert defende que até mesmo quem tem um curso de informática, ou seja, que possui os conhecimentos ditos necessários, pode não ser necessariamente fluente nessa matéria. Acabando mais cedo ou mais tarde por se esbarrar num problema informático para o qual não tem soluçao. É preciso aplicar os conhecimentos adquiridos, é preciso «a utilização» desses conhecimentos. Há também que ter em conta o medo de errar, que por vezes nos impede de tentar resolver os problemas com que nos deparamos. Por vezes, esse medo impede-nos de tentar solucionar os problemas ou mesmo de explorar mais os computadores e os programas que são desconhecidos para nós.

É feita uma pequena referência neste capítulo a Alan Kay.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Primeiras semanas


Durante a “atribulada” semana das praxes, eu e grande parte dos meus colegas não comparecemos ás aulas (25 de Setembro aula teórica e 28 de Setembro aula prática). Aproveitamos para ver o outro lado, reclamar o ‘direito’ e a tão esperada oportunidade de trajar pela primeira vez e de praxar os novos caloiros mas, o mais importante e o que nunca deveria ser esquecido, divertir e ambientar os caloiros para entrada numa nova etapa das suas vidas.

Passada toda a azafama da recepção aos caloiros, e depois de conhecer tanta gente nova e diferente, mas unida pelos mesmos objectivos, é chegada a altura de retomar á nossa vida de aulas, apresentações de trabalhos, escolha de grupos. Apesar deste regresso á normalidade, não avançamos no que diz respeito ás aulas de Tecnologias Educativas. Isto porque, a aula teórica de dia 2 de Outubro foi ocupada com alguns inquéritos enviados pela Reitoria com o objectivo de avaliar a Faculdade, as disciplinas e professores do semestre passado. Quanto á aula prática, foi de encontro com o feriado nacional da Proclamação da República Portuguesa.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

1º Capítulo (comentário)


Numa primeira abordagem ao livro “A família em rede” de Seymour Papert, pareceu-me interessante «a inspiração na Internet está também presente na forma de escrita» como se estivesse-mos a navegar na Internet através de hiper texto. Este é um livro de fácil leitura.

Neste primeiro capítulo são abordados os seguintes temas: “destruição de lares”, “relações conflituosas entre pais e filhos” e “hiper texto”.

Após a leitura e reflexão sobre este capítulo, deparei-me com uma dúvida que até aqui nunca me tinha surgido “será que os valores que devem figurar numa família estão a desaparecer com a fugacidade do tempo e com o avanço da tecnologia?. Todos nós jovens temos cada vez mais aquele ‘bichinho’ da tecnologia, seja ele o telemóvel, o mp3, a televisão ou mesmo a Internet e o computador citados neste capítulo. Contudo, não me parece que este avanço na tecnologia seja o causador da falada “destruição de lares” e ou “relações conflituosas entre pais e filhos”.

Porquê não aproveitar o interesse das crianças e dos jovens pelas tecnologias para se interagir mais em família?! Porque a família não se deixa fazer conduzir sem receios pelas crianças numa aprendizagem conjunta pela «auto-estrada do ciberespaço» e pelo computador, deixando de lado tudo o resto!

É verdade que a tecnologia estimula a auto aprendizagem da criança, mas nunca esquecendo a importância da intervenção da família na aprendizagem e educação das crianças.

domingo, 23 de setembro de 2007

Primeiras impressões...

Não tinha ainda uma noção formada de como seria este ano o programa da disciplina de Tecnologias Educativas, mas tinha alguma curiosidade, principalmente acerca do trabalho de grupo que para mim é o grande desafio da disciplina.
Esta semana na aula prática, falamos sobre os trabalhos de grupo e sobre as tecnologias que cada grupo pode utilizar. No meu grupo, escolhemos trabalhar com o hi5 e o myspace. Ainda não sabemos bem o que vamos fazer.
Aprendemos também a utilizar o del.icio.us, que parece funcionar como a ferramenta dos favoritos do nosso computador.
Foi, também proposto a leitura do livro “ a família em rede” de Seymour Paper. E assim, todas as semanas temos de postar um comentário a um capitulo do livro.

'Novo' ano...


Depois de umas merecidas férias começa um ‘novo ano’, que de certeza será mais exigente que o ano anterior, mas no fim o esforço vai valer a pena…