sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Já só falta um BOCADINHO assim [ .......... ]

A aula do dia 30 de Novembro consistiu básicamente na realização e entrega da Macro Estrutura dos projectos de grupo. Foi uma aula muito produtiva pois, aprendemos a trabalhar com mais um programa, o CMaps Tools, que será de certeza útil para outros projectos futuros.
Começa agora a última etapa do projecto que será por em prática todas as nossas ideias.
Vamos tentar mostrar como afinal tanto o Hi5 como o Myspace poderão também ser utilizados em contexto educativo.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Elaboração do Guião de autor
A professora fez uma planificação do que será feito nas próximas aulas, para que nos organizemos melhor e tentarmos fazer o máximo possível do projecto nas aulas. Falou-nos também numa Conferência que se realizará no dia 13 de Dezembro sobre “E-learning e comunidades: no digital mas mais além” que seria interessante que todos participassem.
Mais uma curiosidade

Não há diferenças significativas sobre a escolha de redes sociais por estudantes negros, mas os membros cujos pais têm formação superior utilizam mais o Facebook, enquanto que os cibernautas com pais que estudaram apenas até ao segundo ciclo preferem o MySpace.
O Facebook é, aliás, a rede social mais popular entre a comunidade acadámica, já que quatro em cada cinco estudantes opta pelo site, em detrimento do MySpace, que ocupa o segundo lugar e é preferência de 40% dos universitários.
domingo, 18 de novembro de 2007
4º Capítulo (comentário)

Um assunto referido por Papert e que para mim é muito importante, são os valores. Quem os deve transmitir?
Cada vez mais, as pessoas vêm-se questionando se «os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais». Na minha opinião, os valores devem ser ensinados tanto pelos pais como pela escola. A família deve transmitir os valores “primários” pois, é aqui o início do processo de socialização e idealização de valores. A escola por seu lado, deverá transmitir os valores de componentes mais sociais, éticas, morais e também a partilha e o respeito pelos outros. Sendo necessário e sempre que possível a participação da família. No entanto, a falta de tempo por parte dos pais leva-nos consciente ou inconscientemente a deixar nas “mãos” da escola a educação das crianças. A transmissão de valores deixa de ser uma função dos pais para se tornar quase que numa ‘obrigação’ da escola. Daí também a inevitável dúvida se «devem existir disciplinas escolares sobre questões morais». Penso que, não deveria ser necessário haver disciplinas sobre questões morais, pois, estas deveriam fazer parte do extra curricular. As questões morais são algo que deve estar implícito na escola sem estar explicito no programa/currículo.
Outro assunto muito interessante, referido também pelo autor, consiste numa dúvida com que a maior parte de nós já nos deparamos, principalmente quem lida diariamente com crianças. Deve-se ou não corrigir o raciocínio/pensamento das crianças, quando sabemos que este está errado?
Todos nós sabemos o quanto é frustrante perder num jogo. Imaginemos então o quanto será pior para uma criança perder sempre. Devemos então, deixar que elas ganhem, se não sempre, para não acabar com o desafio que sentem, ao menos de vez em quando é importante para estimular o interesse da criança.
Este dilema surge também ao longo do desenvolvimento da criança. É importante que esta se interesse por explorar o mundo à sua volta e para isso, precisa certamente da ajuda de um adulto, que a eduque e que lhe mostre quando está errada. Como refere o autor «se não lhes dissermos que estão erradas, nunca mais conseguem fazer melhor».
Sabemos que é importante deixar as crianças pensarem por si próprias para que se desenvolvam como «seres pensantes» para que não se limitem a repetir «simplesmente o que lhes é dito». No entanto, sabemos também que como diz Papert «o pensamento das crianças não pode ser deixado à solta (…) não há nenhuma dúvida que corrigi-los em todas as ocasiões provocará uma inibição no desenvolvimento da capacidade de pensarem por si próprios».
Haverá sempre esta dúvida no modo como se deve guiar a criança na sua exploração do mundo, apesar de muitos autores apresentarem algumas soluções.
Apresentações de PowerPoint
A aula do dia 16 de Novembro foi ocupada na elaboração e na apresentação de um PowerPoint (com o máximo de 5 diapositivos) sobre as ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e os aspectos mais importantes.
Aproveito para deixar aqui o PowerPoint do meu grupo.
Entrega do Relatório Final

