terça-feira, 27 de novembro de 2007

Elaboração do Guião de autor

O objectivo da aula do dia 23 de Novembro foi a elaboração do Guião de autor do projecto das ferramentas online. Vamos ter que criar também uma Macro-estrutura do nosso projecto através do CMaps Tools, que consiste numa aplicação para representar visualmente esquemas e relações entre conceitos. Esta aplicação está disponível para Download na plataforma da disciplina. Aproveitei para fazer uma breve pesquisa para perceber em que consiste esta aplicação CMaps.





A professora fez uma planificação do que será feito nas próximas aulas, para que nos organizemos melhor e tentarmos fazer o máximo possível do projecto nas aulas. Falou-nos também numa Conferência que se realizará no dia 13 de Dezembro sobre “E-learning e comunidades: no digital mas mais além” que seria interessante que todos participassem.

Mais uma curiosidade


EUA: Jovens escolhem rede social segundo etnia e educação

Os jovens universitários norte-americanos escolhem as redes sociais nas quais participam de acordo com a sua etnia e a educação dos pais, revela uma pesquisa, que afirma que há menos mistura de utilizadores de diferentes origens do que seria de imaginar.

O Facebook, por exemplo, é o site mais escolhido por jovens dos EUA, enquanto os estudantes de origem latino-americana preferem o MySpace, a opção menos provável para os utilizadores asiático-americanos, que tendem a usar redes sociais menos populares, como o Xanga ou o Friendster.
Não há diferenças significativas sobre a escolha de redes sociais por estudantes negros, mas os membros cujos pais têm formação superior utilizam mais o Facebook, enquanto que os cibernautas com pais que estudaram apenas até ao segundo ciclo preferem o MySpace.
O Facebook é, aliás, a rede social mais popular entre a comunidade acadámica, já que quatro em cada cinco estudantes opta pelo site, em detrimento do MySpace, que ocupa o segundo lugar e é preferência de 40% dos universitários.

27-11-2007 12:16:10 http://diariodigital.sapo.pt/


Achei esta notícia muito interessante pelo facto de se relacionar com o meu trabalho de grupo sobre as redes sociais Hi5 e Myspace.
É mais uma curiosidade a cerca destas ferramentas.

domingo, 18 de novembro de 2007

4º Capítulo (comentário)


Ao longo da leitura deste capítulo, deparei-me como já tenho verificado ao longo dos capítulos anteriores, com temas bastantes actuais.
Um assunto referido por Papert e que para mim é muito importante, são os valores. Quem os deve transmitir?
Cada vez mais, as pessoas vêm-se questionando se «os valores devem ser ensinados pela escola ou pelos pais». Na minha opinião, os valores devem ser ensinados tanto pelos pais como pela escola. A família deve transmitir os valores “primários” pois, é aqui o início do processo de socialização e idealização de valores. A escola por seu lado, deverá transmitir os valores de componentes mais sociais, éticas, morais e também a partilha e o respeito pelos outros. Sendo necessário e sempre que possível a participação da família. No entanto, a falta de tempo por parte dos pais leva-nos consciente ou inconscientemente a deixar nas “mãos” da escola a educação das crianças. A transmissão de valores deixa de ser uma função dos pais para se tornar quase que numa ‘obrigação’ da escola. Daí também a inevitável dúvida se «devem existir disciplinas escolares sobre questões morais». Penso que, não deveria ser necessário haver disciplinas sobre questões morais, pois, estas deveriam fazer parte do extra curricular. As questões morais são algo que deve estar implícito na escola sem estar explicito no programa/currículo.
Outro assunto muito interessante, referido também pelo autor, consiste numa dúvida com que a maior parte de nós já nos deparamos, principalmente quem lida diariamente com crianças. Deve-se ou não corrigir o raciocínio/pensamento das crianças, quando sabemos que este está errado?
Todos nós sabemos o quanto é frustrante perder num jogo. Imaginemos então o quanto será pior para uma criança perder sempre. Devemos então, deixar que elas ganhem, se não sempre, para não acabar com o desafio que sentem, ao menos de vez em quando é importante para estimular o interesse da criança.
Este dilema surge também ao longo do desenvolvimento da criança. É importante que esta se interesse por explorar o mundo à sua volta e para isso, precisa certamente da ajuda de um adulto, que a eduque e que lhe mostre quando está errada. Como refere o autor «se não lhes dissermos que estão erradas, nunca mais conseguem fazer melhor».
Sabemos que é importante deixar as crianças pensarem por si próprias para que se desenvolvam como «seres pensantes» para que não se limitem a repetir «simplesmente o que lhes é dito». No entanto, sabemos também que como diz Papert «o pensamento das crianças não pode ser deixado à solta (…) não há nenhuma dúvida que corrigi-los em todas as ocasiões provocará uma inibição no desenvolvimento da capacidade de pensarem por si próprios».
Haverá sempre esta dúvida no modo como se deve guiar a criança na sua exploração do mundo, apesar de muitos autores apresentarem algumas soluções.

Apresentações de PowerPoint



A aula do dia 16 de Novembro foi ocupada na elaboração e na apresentação de um PowerPoint (com o máximo de 5 diapositivos) sobre as ferramentas on-line trabalhadas por cada grupo, com a finalidade de dar a conhecer à turma a vertente educativa de cada ferramenta e os aspectos mais importantes.
Aproveito para deixar aqui o PowerPoint do meu grupo.

Entrega do Relatório Final


Na aula do dia 9 de Novembro finalizamos a primeira etapa do nosso trabalho de grupo e começamos já a pensar como iremos elaborar a segunda etapa do trabalho, que consistirá na aplicação das ferramentas escolhidas por cada grupo em contexto educativo, e de maneira a estimular a partilha e a comunicação entre os vários intervenientes.

3º Capítulo (Comentário)


Tenho verificado, ao longo de cada capítulo que apesar de este ser um livro já com alguns anos continua bastante actualizado.
Durante a leitura deste capítulo, o assunto que mais me interessou e preocupou foi a mensagem do autor aos pais e educadores para que estes prestem mais atenção na escolha de software educativo para auxiliar a aprendizagem das crianças.
O autor dá o exemplo de duas lojas onde se encontra à venda software educativo, para aludir ás escolhas que os pais enfrentam quando procuram o melhor para os filhos.
Seymour Papert refere o antropólogo americano Gregory Bateson, que afirmava que «sempre que aprendemos algo, aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado».
Verifica-se cada vez mais, uma certa ignorância ou mesmo falta de conhecimento por parte dos pais e educadores no que se refere ao software educativo mais indicado na educação das crianças. Esta fragilidade por parte dos pais é aproveitada pela indústria deste tipo de software que «possui um conhecimento excelente sobre o que é mais facilmente vendido aos pais», apostando em programas mais fáceis e baratos de produzir, que dão mais lucro a esta indústria «conceber produtos com baixos custos e facilmente colocáveis no mercado vai ao encontro do mínimo denominador comum da larga maioria das crenças que os pais têm sobre a educação».
A grande maioria dos pais vai pelo que está na moda, ou pelo que é mais publicitado, com títulos e capas mais apelativos. Como por exemplo se verifica actualmente, tudo o que é do Noddy ou do Ruca, é visto pelos pais como bom para as crianças mais novas, sejam livros, jogos interactivos ou qualquer tipo de software educativo.
Penso que isto, se deve ao facto de os pais estarem cada vez mais absorvidos nas suas carreiras, no trabalho, tendo cada vez menos tempo para se ocuparem com a educação dos filhos. Daí que, confiem no software mais publicitado pelos fabricantes, que conscientemente se aproveitam deste facto.

Foi também referido neste capítulo a Linguagem Logo, criada por Papert juntamente com Wally Feurzeig. Para a qual fiz uma pequena pesquisa para melhor entender.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O que é o Moodle?





Durante uma breve pesquisa para perceber melhor o que é e para que serve a ferramenta Moodle, encontrei este vídeo, que explica o essencial.
- O que é
- Características
- Para que serve
- Conteúdos integrantes
- Tipos de cursos
- Vantagens para o professor
-Vantagens para o aluno